MUSEUS PARA O ESQUECIMENTO: SELETIVIDADE E MEMÓRIAS SILENCIADAS NAS PERFORMANCES MUSEAIS

Girlene Chagas Bulhões

Resumo


Em meio às suas múltiplas tensões e significados, os museus são considerados instituições nas quais nossas memórias são guardadas e comunicadas para que não as percamos de vista. No entanto, alguns deles, com intenção consciente ou não, fazem justamente o contrário: silenciam sistemática e deliberadamente as lembranças de determinados assuntos e grupos socioculturais. Dessa forma, transformam-se em Performances Culturais para o esquecimento. Com base principalmente nos Estudos das Performances Culturais, nas Museologias Social e Afetiva, na Cartografia Social, nos Estudos Queer e em autoras e autores pós-estruturalistas, nesta dissertação teço considerações sobre esse fato, que considero ser uma controvérsia museal, a partir de passagens das mitologias grega e iorubá, dos conceitos de Pacto Museal, Drama Social, Máscara, Fachada, Cenário, Seletividade, Museus/Performances Museais Arbóreas e Rizomáticas, Afeto, Rizoma e Arte Bruta.

Palavras-chave


Museologia Social e Afetiva; Performances Culturais; Afeto; Rizoma

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v17i2.7420

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HABITUS| Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3

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