Dissenção (e distinção) entre os Tupinambá Coloniais: deslocamentos e fluxos culturais

Lígio de Oliveira Maia

Resumo


Resumo: partindo de algumas lacunas analíticas de Florestan Fernandes acerca da distribuição espacial dos Tupinambá, especialmente quanto aos chamados Tupinambá “do interior”, este artigo objetiva refletir historicamente sobre um conjunto de fontes usado pelo autor na
elaboração de seus argumentos; a partir disso, apresentam-se outras questões: primeiro, sobre o deslocamento desses grupos humanos enquanto um dos efeitos do colonialismo; e segundo, o uso indígena dos etnônimos enquanto ações políticas mais amplas, apropriado por eles em contextos de instabilidade na América portuguesa no âmago da expansão colonial.
Palavras-chave: Tupinambá. Expansão Colonial. Migrações. Maranhão. Serra de Ibiapaba.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v14.2.2016.227-241

Direitos autorais 2017 Habitus

 

Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição Sem Derivações 4.0 CC BY-NC-ND


HABITUS | Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis B2

Flag Counter