Prácticas de la Diplomacia Fronteriza en las Pampas, Siglo XIX

Ingrid de Jong

Resumo


Resumo: até finais da década de 1870, as elites políticas governantes da Argentina iniciavam a ocupação militar do Pampa e da Patagônia, concretizando assim o projeto de incorporar os territórios indígenas à produção agropecuária extensiva. Com isso se poderia por
fim à diplomacia fronteiriça - um espaço de relações entre indígenas e crioulos que havia se desenvolvido junto às relações militares e comerciais por mais de um século. Neste trabalho nos interessa reconstruir as instituições diplomáticas na Fronteira Sul durante as décadas centrais do século XIX, a partir de uma abordagem que busca contextualizar estas práticas de longa duração das fronteiras coloniais e, em seguida, republicanas. Isso não somente nos permite reconstruir uma dimensão pouco conhecida das políticas estatais, sem perguntarmos pelo agenciamento indígena, suas estratégias e expectativas em relação ao Estado durante a última etapa de existência da fronteira.
Palavras-chave: Fronteiras. Diplomacia. Pampas. Indígenas. Estado Nação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v14.2.2016.175-197

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