¿Etnografía o Historia para el Presente? Cómo estudiar las comunidades Hispano-mexicanas en nuevo México

Danna A. Levin Rojo

Resumo


Resumo: este artigo discute os desafios metodológicos que envolvem a análise de comunidades marginalizadas no interior dos contextos multiétnicos tipicamente derivados de processos de colonização e conquista. Propõe uma aproximação transdisciplinar que combina a história, a etnografia e a sociologia, complementadas com o estudo dos sistemas jurídicos em que tais comunidades têm estado imersas. Para isso, utiliza como exemplo o caso das comunidades hispano-mexicanas do Novo México, cuja origem está no passado colonial do México e
que foram integradas aos Estados Unidos da América no fim da guerra entre os dois países, entre 1846 e 1848 quando, em virtude do Tratado de Guadalupe Hidalgo, México cedeu a metade setentrional de seu território a seu vitorioso vizinho. Palavras-chave: Hispano-Mexicano. Marginalização. Propriedade. Transdisciplinaridade. Estados Unidos da América.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v14.2.2016.143-155

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