O Fogo e a Morte: a cremação como prática funerária ritual

Priscilla Ulguim

Resumo


Resumo: evidências arqueológicas em montículos e complexos anelares Jê nas terras altas do sul do Brasil apontam para o desenvolvimento de um ritual funerário focado na cremação entorno de 1000 BP. Este artigo discute, com base em análises bioarqueológicas, etnográficas
e etno-históricas, o papel da cremação enquanto uma prática ritualizada direcionada a transformar o morto e seu corpo. Foram observadas no registro arqueológico uma série de semelhanças e diferenças interpretadas como respostas estratégicas inegociáveis e/ou negociáveis
desenvolvidas frente à morte.
Palavras-chave: Cremação. Arqueologia Funerária. Ritual. Bioarqueologia. Complexos Anelares Jê.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v14.1.2016.107-130

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HABITUS | Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis B2

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