Gostos Memoráveis e Culinária: jovens-órfãos pela Aids em São Paulo

Sueli Aparecida Moreira, Ivan França Júnior, Michelle Medeiros, Violeta Braga

Resumo


Resumo: a memória sustenta as tradições alimentares. Para apreender a relação entre memória e culinária, entrevistamos 15 jovens órfãos por HIV/AIDS sob a proposta de Mills
(2009). A morte materna modifica o gosto da comida. Filhas tornam-se guardiãs da culinária.
A cozinha é replicada em busca do gosto da comida materna. O gosto atrela sabor e convívios e motiva diálogos terapêuticos.
Palavras-chave: Memória. Cozinha. Cultura. HIV/AIDS. Jovens.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v11.2.2013.171-183

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HABITUS| Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3

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