Arqueologia, Fronteira e Indisciplina

Alejandro F. Haber

Resumo


Resumo: os contextos pós-coloniais encontram a arqueologia diretamente comprometida com a expansão do
capital global, de modo que a prática da arqueología deixou de ser destinada apenas a obtenção do conhecimento.
Os processos de globalização disponibilizam à arqueologia suas narrativas e suas materialidades, as
quais a arqueología parece ter pouco ou nenhum controle. Tenho a intenção de caracterizar a arqueologia,
bem como as mudanças ocorridas em seus contextos pós-coloniais. A fronteira, território epistemológico e
sócio-histórico onde se produzem os confrontos pós-coloniais, define tanto a imaginação moderna ocidental
quanto sua criatividade; porém, longe de ser um espaço puramente objetivo, é um território contraditório e
constitutivo da subjetividade colonial. Após descrever uma anatomia da fronteira, admito as implicações de
pensar a arqueologia fronteiriça; neste sentido, sugiro os fundamentos e os procedimentos para indisciplinar
a arqueologia.

Palavras-chave: Arqueologia. Globalização. Contextos pós-coloniais. Fronteira. Indisciplina.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v9.1.2011.5-16

Direitos autorais

Rodapé - Habitus

Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição Sem Derivações 4.0 CC BY-NC-ND


HABITUS| Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis B2

Visitantes - (01/01/2005 - 01/08/2019)
País Usuários
Brasil 11.051
Estados Unidos 625
França 348
Argentina 155
Portugal 117
México 98
Reino Unido 84
Alemanha 77
Espanha 54
Total 13.137

Fonte: Google Analytics.