Território e Práticas em Saúde Mental: um diálogo possível entre saúde, Geografia e Antropologia

Patrícia Reinheimer, Erotildes Leal, Elizabeth Lima, Martinho Silva

Resumo


Resumo: este artigo tem por fi nalidade apresentar os sentidos que a noção de
território tem na trajetória histórica e no contexto atual da Reforma Psiquiátrica
brasileira. Procuramos compreender como essa noção tem sido utilizada
estrategicamente para engendrar novas formas de cuidado em relação ao
fenômeno da loucura a partir das delimitações administrativas das regiões
programáticas nas quais estão situadas as instituições que vêm substituindo
os grandes manicômios.

Palavras-chave: Saúde mental. Loucura. Território. Rede. Identidade/representação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/hab.v7.1.2009.%25p

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HABITUS| Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7798 | Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3

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