Labirintos: a estética da poesia de Luis Serguilha, o poeta do submundo

Rosângela Broch Veiga

Resumo


Resumo: faz-se neste texto um estudo sobre a lírica de Luis Serguilha que nos apresenta um rol de palavras provenientes de um glossário ligado à geociência que, tal como Camus observa sobre Kafka, torna-se necessária a sua releitura para se buscar seu complexo entendimento, que se liga dialeticamente ao sim e ao não. Não se quer, aqui, fazer comparações de uma escrita com a outra, mas relfetir sobre modos de criação interiramente renovadores.
Palavras-chave: Serguilha. Kafka. Renovação criativa.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v4i1.3911

 

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GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 2237-4957 | Qualis B2

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