A Escrita Andante

Cláudia - Lemos

Resumo


Resumo: a poética de Luis Serguilha, em Koa?E, instaura-se como um quebra-nozes de palavras. Desarticula o texto para conduzir o leitor a entradas inóspitas que não apontam para saídas. Numa configuração surreal feita de flores de ametista, o tempo ficcional assemelha-se àquele registrado nos relógios moles de Salvador Dalí. O espaço, cubificado por mãos de Picasso, ecoa como o texto de Tzara que só quer o silêncio dos sentidos, mas pra tanto acaba provocando estrondos a partir do encontro e desencontro das palavras, que se entrechocam, se acariciam, desafinam e afinizam numa escrita sedutora que evoca a poética da transgressão.
Palavras-chave: Criação polifônica. Poética transgressiva. Imagens dissonantes.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v4i1.3909

 

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GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 2237-4957 | Qualis B2

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