Escrita Galáctica: caos, cosmos, cosmos na poesia de Luis Serguilha

Eclair Antonio Almeida Filho, Bruna Fontes Ferraz

Resumo


Resumo: o poeta galáctico e caósmico português, Luis Serguilha, tal qual Mallarmé em, Un coup de dés jamais n?abolira le hasard (1997), faz nascer uma nova forma de escrever poesia, apontando para o vazio da literatura e para as explosões das palavras que giram num movimento galáctico pela página. Esse vazio se configura como uma criatividade que perpassa pelos espaços vagos, ao longo do papel, e pelo vazio da literatura, permitindo por essa escrita, permitindo, por essa escrita, que se estabelece um paradoxo entre a significação e a ausência de sentido.
Palavras-chave: Poética galáctica. Caósmica (caos + cosmos). Lírica explosiva.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v4i1.3908

 

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GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 2237-4957 | Qualis B2

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