Espaços Conhecidos, mas Estranhos: corpo, casa, rua, labirintos em Rubião, Cortazar e J. Veiga

Antonio Manoel dos Santos Silva

Resumo


Resumo: este artigo trata da representação do espaço à luz das contribuições da estética fenomenológica, tendo como objeto os contos de Murilo Rubião e realizando breves aproximações comparativas com um conto de Julio Cortazar e outro de José J. Veiga. Privilegiam-se as imagens do corpo humano como referência espacial mutável, ponto de relação dinâmica do eu com o outro, reflexo da identidade e da alteridade, bem como as imagens da casa, da rua e da cidade, seja como extensões humanas do indivíduo, seja como ambientes anormais, com vínculos descritivos identificados com a tradição literária ou opostos a esta e com visões antecipadas da contemporaneidade pós-moderna.

Palavras-chave: Conto moderno. Estranheza. Fragmentação. Irracionalidade. Representação.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/gua.v1i1.1741

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GUARÁ | Departamento de Letras | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 2237-4957 | Qualis B2

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