Revista Fragmentos de Cultura - Revista Interdisciplinar de Ciências Humanas

Conteúdo da capa - Fragmentos

A revista Fragmentos de Cultura é um periódico trimestral da PUC Goiás, vinculado especificamente à Escola de Formação de Professores e Humanidades, e do Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás (Ifiteg) que privilegia, na grande área das ciências humanas, as áreas de Teologia/Ciências da Religião, Filosofia e Sociologia, bem como áreas afins, para divulgar produções científicas e estabelecer intercâmbio científico com outras instituições locais, nacionais e internacionais.

Fragmentos de Cultura is a quarterly journal of PUC Goiás, linked to the School of Teacher Training and Humanities and to the Institute of Philosophy and Theology of Goiás (IFITEG). Within the broad area of human sciences, it gives priority to Theology/Religious Sciences, Philosophy, Sociology, and related areas, to publicize scientific production and to establish scientific exchange with other local, national and international institutions.


Próximas Edições:

Coordenação:
Dr. Joel Antônio Ferreira (PUC Goiás)

Dossiê temático: Leituras (métodos e interpretação) da Sagrada Escritura

O dossiê será todo voltado para a Bíblia, preparando já para o jubileu de ouro do mês da Bíblia, promovido pela CNBB, em 2021. Convocamos os especialistas tanto do Antigo como no Novo Testamento. Agregamos neste sentido, pesquisas sobre textos sagrados, a partir dos vários métodos de literatura sagrada com especial atenção à literatura bíblica.

Período: 15 de julho de 2020.

Thematical Dossier: Readings (method and interpretation) of the Sacred Scripture

This dossier would be devoted to the Bible, as an anticipation of the CNBB’s (National Conference of Bishops of Brazil) Bible Golden Jubilee, in 2021. Therefore we call upon specialists in the studies of the Old Testament as well as the New Testament. For this purpose, researches on the sacred texts will be admitted from different sources of sacred literature, but with special attention to the Bible.

Deadline: July 15th, 2020.

Dosier Temático: Lecturas (métodos e interpretación) de la Sagrada Escritura

El dossier estará completamente enfocado en la Biblia, ya preparándose para el jubileo de oro del mes de la Biblia, promovido por la CNBB, en 2021. Invitamos a expertos tanto del Antiguo como del Nuevo Testamento. En este sentido, agregamos investigaciones sobre textos sagrados, de los diversos métodos de literatura sagrada, con especial atención a la literatura bíblica.

Período para envío: 15 de julio de 2020

Coordenação:
Dra. Ivonete Barreto de Amorim (UNEB/MPIES/EPODS)
Dra. Selma Barros Daltro de Castro (UNEB/MPIES/EPODS)

Dossiê temático: Educação, Cultura e Desenvolvimento Social: Perspectivas Interdisciplinares

Educação, Cultura e Desenvolvimento Social: perspectivas interdisciplinares e tem com o objetivo oportunizar reflexões e divulgação de pesquisas que problematizam questões oriundas e/ou vinculadas na relação entre educação, cultura e desenvolvimento social, revelando, de forma propositiva, interfaces com diferentes contextos e áreas de estudos.

Período para envio: até 15 de setembro de 2020.

Thematical Dossier: Education, Culture and Social Development: interdisciplinary perspectives

Education, Culture and Social Development: interdisciplinary perspectives aims to create opportunity for the reflection on the subject and publicize researches which focus on the questions converging to or associated with the proposed theme, revealing, in a positive way, interfaces with different contexts and fields of study.

Period for sending: September 15 th , 2020.

Dosier Temático: Educación, Cultura y Desarrollo Social: perspectivas interdisciplinarias

Educación, cultura y desarrollo social: perspectivas y objetivos interdisciplinarios que brindan oportunidades para reflexionar y difundir investigaciones que problematizan los problemas que surgen y / o están vinculados en la relación entre educación, cultura y desarrollo social, revelando, de manera intencionada, interfaces con diferentes contextos y áreas de estudios.

Período de envío: 15 de septiembre de 2020.

Coordenação:
Dossiê especial (aceitando texto somente do campo da filosofia)
Dr. Fábio Ferreira de Almeida (UFG)
Dr. José Reinaldo Felipe Martins Filho (PUC Goiás/IFITEG)

Dossiê temático: Filosofia Contemporânea - Fenomenologia e Vida

Sempre será problemático tratar a vida como um “conceito”. Para dizê-lo de uma maneira sucinta e direta, que paga o preço de parecer enigmática, este talvez seja um dos problemas mais centrais de toda investigação fenomenológica desde Husserl. Por que é problemático tratar a vida como “conceito”? Ora, poder-se-ia responder sem mais, porque o conceito, por natureza, desencarna – termo, não por acaso, eminentemente fenomenológico – ela que não pode ser se não encarnada, de carne e osso, a vida. Não será esta, justamente, a ruptura mais radical que a filosofia husserliana estabelece com o cartesianismo que, explícita ou sub-repticiamente, ainda se impunha ao pensamento até o início do século XX? Husserl, que nunca hesita e nem se cansa de prestar homenagens a Descartes, por outro lado também não deixa de apontar seus limites. E, em sua busca da experiência mais profunda, mais radical; nessa pesquisa obstinada da coisa mesma, é que a compreensão fenomenológica do sujeito e do mundo não abre mão da vida. E o fenômeno, que afinal é o que interessa de maneira mais explícita e direta à reflexão fenomenológica, não poderá ser compreendido fora dessa encruzilhada que surge quando o pensamento não admite conceder precedência a nenhuma dessas ideias, ou conceitos: mundo, sujeito e vida. Não será essa a originalidade que explica a ruptura que a fenomenologia, afinal, encarna? Nada disso é ponto pacífico entre os estudiosos da fenomenologia, mas justifica, a nosso ver e de maneira suficiente, a escolha do tema proposto aos estudiosos que aceitaram contribuir para o presente dossiê. Os autores que se inscrevem na “tradição” inaugurada por Husserl, nem sempre são seus fiéis continuadores. Quase todos, na medida em que transgridem os rígidos esforços do mestre, se fazem seus mais dignos discípulos. E há ainda aqueles que, não abdicando do vivente para a compreensão da vida, abrem mão da essência, revolvem a filosofia e, sempre apoiados na tradição que sustenta a fenomenologia desde seu início, abrem novos caminhos. Mas, enfim, não será essa a forma mais radical da encarnação? O presente dossiê pretende, portanto, oferecer pelo menos uma mostra da riqueza de possibilidades que a fenomenologia preserva ainda em nossos dias, o que, num aceno ao outro termo que orientará as reflexões aqui reunidas, testemunha sua vitalidade.

Período: 15 de setembro de 2020.

Thematical Dossier: Contemporary Philosophy – Phenomenology and Life

It will Always be problematic to define “life” as a concept. To say it in a simple and direct way, that has its own challenges as it is seems enigmatic, this might be one of the central problems in the phenomenological investigations since Husserl. Why it rends problematic to approach life as a “concept”? Well, it could be answered plainly, because the concept, by its own nature, disincarnates – an eminently phenomenological term – she that cannot be other than incarnated, flesh and bones, life. Wouldn’t this, precisely, be the most radical rupture that the Husserlian philosophy imposes from the Cartesianism that explicitly or surreptitiously, still imposed itself to the scientific thinking until the 20th century? Husserl, himself tirelessly and never hesitating from paying homages to Descartes, on the other hand still don’t miss the chances to point out its limits. And as he was seeking for deeper experiences, more radically; in this quest for the thing itself, find out that the phenomenological comprehension of the subject and the world does not dismiss life. The phenomenon, which is precisely what is more explicitly and directly concerns the phenomenological reflection, couldn’t be understood outside this intersection that emerges when thinking does not admit indulge to none of these ideas and concepts: world, subject, life. Wouldn’t be this originality to explain the severance that phenomenology, after all, incarnates? None of these problems is solved among phenomenologists, but it justifies, sufficiently, the choice for the main-theme in this dossier. Some of the authors ascribed to the “tradition” initiated by Husserl have not always remained truthful continuators. Almost all of them, by the means of transgressing the strict efforts of their master, make themselves his worthier disciples. And there are still those, never abdicating the living to understand life, give up on the essence, trundling to Philosophy supported by the tradition that have maintained Phenomenology since its origins, opening up new roads. Finally, wouldn’t this be the most radical form of incarnation? Therefore, the present dossier proposes to offer a glimpse of the riches possibilities preserved by Phenomenology until these days, witnessing its vitality.

Deadline: September 15th, 2020.

Dosier Temático: Filosofía Contemporánea - Fenomenología y Vida

Siempre será problemático tratar la vida como un “concepto”. Para decirlo de manera sucinta y directa, lo que paga el precio de parecer enigmático, este es quizás uno de los problemas más centrales en toda investigación fenomenológica desde Husserl. ¿Por qué es problemático tratar la vida como un “concepto”? Ahora, podría responderse sin más, porque el concepto, por naturaleza, está incorpóreo - término, no por casualidad, eminentemente fenomenológico - eso no puede ser sino encarnado, carne y sangre, vida. ¿No es, precisamente, la ruptura más radical que la filosofía husserliana establece con el cartesianismo, que, explícita o subrepticiamente, todavía se impuso al pensamiento hasta principios del siglo XX? Husserl, que nunca duda y nunca se cansa de rendir homenaje a Descartes, por otro lado, también señala sus límites. Y, en su búsqueda de la experiencia más profunda y radical; En esta búsqueda obstinada de lo mismo, es que la comprensión fenomenológica del sujeto y del mundo no se rinde ante la vida. Y el fenómeno, que después de todo es lo que importa más explícita y directamente a la reflexión fenomenológica, no puede entenderse fuera de esta encrucijada que surge cuando el pensamiento no admite dar prioridad a ninguna de estas ideas o conceptos: mundo, sujeto y vida. ¿No es esta la originalidad que explica la ruptura que la fenomenología, después de todo, encarna? Nada de esto es un punto pacífico entre los estudiosos de la fenomenología, pero justifica, en nuestra opinión y suficientemente, la elección del tema propuesto a los estudiosos que han acordado contribuir al presente expediente. Los autores que se suscriben a la “tradición” inaugurada por Husserl, no siempre son sus fieles seguidores. Casi todos, en la medida en que transgreden los rígidos esfuerzos del maestro, se convierten en sus discípulos más dignos. Y también hay quienes, sin renunciar a la vida para comprender la vida, abandonan la esencia, giran la filosofía y, siempre respaldados por la tradición que ha apoyado a la fenomenología desde su comienzo, abren nuevos caminos. Pero, de todos modos, ¿no es esta la forma más radical de la encarnación? El presente expediente pretende, por lo tanto, ofrecer al menos una muestra de la gran cantidad de posibilidades que la fenomenología aún conserva hoy, que, en un guiño al otro término que guiará las reflexiones aquí reunidas, da testimonio de su vitalidad.

Período para envío: 15 de septiembre de 2020

Coordenação:
Dr. Emivaldo Silva Nogueira (PUC Goiás)
Doutoranda: Karine Marques Rodrigues Teixeira (FAC Unicamp)
Dra. Rosemary Francisca Neves Silva (PUC Goiás)

Dossiê temático: Agendas Sociais e Religião: Sustentabilidade, Justiça, Paz

Pandemia, preconceitos raciais e de classes, crises econômicas, políticas, educacionais e de saúde, fazem parte da agenda social nos dias atuais, temas inimagináveis nos tempos em que a contemporaneidade vive a base da tecnologia e em que a rapidez da informação faz parte da vida do homem atual. Mas, quanto mais a sociedade progride, mais o homem perde a sua condição subjetiva e seu aspecto transcendental, incorporando aquilo que Hannah Arendt (1986) identifica como “banalidade do mal”. o homem atual, dificilmente se sente tocado pelo número de mortes provocadas pela pandemia, pelas questões étnico-raciais, ou pelas temáticas relativas à ordem política, seja ela econômica, educacional ou de saúde. Parece que vivemos nos tempos da insensibilidade e da intolerância. As agendas sociais e religiosas, ainda que pareçam importantes, nada sensibilizam a sociedade destes tempos. Neste espectro, como pensar a sustentabilidade, a justiça social e a paz em tempos de insensibilidade? Como desenvolver debates e ciência quando homem contemporâneo está enfocado em Fake News, em ideologias neoliberais e intolerâncias? Seria a religião, ainda, uma fonte de respostas aos temas atuais? E mais ainda, que papel desempenha as Sagradas Escrituras e as religiões frente ao contexto caótico de injustiças, mortes e impunidades? Destarte, pretendemos contemplar todas estas temáticas neste dossier, com o objetivo de contribuir às diversas áreas do saber, na compreensão e discussão de tais questões. Para tanto, artigos, resenhas e análises sociais serão muito bem-vindas, uma vez que tais contribuições proporcionarão a sociedade atual, ferramentas para alcançar um processo de autoproteção, respeito à diversidade e cura interior.

Período: 15 de março de 2021.

Thematical Dossier: Social Agendas and Religion: Sustainability, Justice and Peace

Pandemic, racial and class prejudice, economic crises, educational and health policies are part of the social agendas nowadays, themes that would be unthinkable in times when contemporary society is living based on technology and when the superspeed information is part of human life. Nevertheless, the more society progresses, more the human beings loose their subject condition and their transcendental aspect, incorporating that that Hannah Arendt (1986) have identified as the “banality of evil”. Presently, humanity is hardly moved by the number of deaths caused by the pandemic, by ethnic-racial questions, or by issues related to the political order, concerned either with economic, education or health. The social and religious agendas, even if they seem important, can’t do anything to sensitize society in these times. In this specter, how to conceive sustainability, social justice or even peace in times of insensitivity? How to develop debates and science when modern men and women are engaged with fake news and with neoliberal and intolerant ideologies? Could religion still be another source to answers for these problems? And yet, which roles are played by the Sacred Scriptures and religions facing these contexts of injustice, deaths and impunity? Therefore, our objective in this dossier is to contemplate the hole of these questions and to contribute with different fields of knowledge. So articles, reviews and social analyses would be welcomed when seeking means to garnish the contemporary society with tools to achieve self-protection, respect to the diversity and internal healing.

Deadline: March 15th, 2021.

Dosier Temático: Agendas Sociales y Religión: Sostenibilidad, Justicia, Paz

Pandemia, perjuicios raciales y de clases, las crisis económicas, políticas, educativas y de salud, no limitadas a estos, son parte de la agenda social hoy en día, temas inimaginables en tiempos en que la contemporaneidad vive a la base de la tecnología y en qué la velocidad de la información es parte de la vida del hombre actual. Pero, cuanto más progresa la sociedad, más el hombre pierde su condición subjetiva y su aspecto trascendental, incorporando lo que Hannah Arendt (1986) identifica como "banalidad del mal". El hombre actual difícilmente se ve afectado por cuestiones étnico-raciales, por temas relacionados con el orden político, ya sea económico, educativo o de salud o por la cantidad de muertes causadas por la pandemia. La muerte ha sido trivializada, "un espectáculo entre otros espectáculos" (BAUMAN, 1998, p. 218). Parece que vivimos en los tiempos de la insensibilidad y de la intolerancia. Las agendas sociales y religiosas, aunque parezcan importantes, no tocan la sociedad de estos tiempos. En este espectro, ¿Cómo pensar en la sostenibilidad, en la justicia social y en la paz en tiempos de insensibilidad? ¿Cómo desarrollar debates y ciencia cuando el hombre contemporáneo se enfoca en Fake News, en las ideologías y en las intolerancias neoliberales? ¿Seguiría siendo la religión una fuente de respuestas a los temas actuales? Además, ¿Qué papel desarrollan la literatura sagrada y las religiones frente al contexto caótico de injusticias, muertes e impunidades? Por lo tanto, tenemos la intención de contemplar todos estos temas en esto dossier, con el fin de contribuir a las diversas áreas del conocimiento, en la comprensión y en la discusión de los dichos temas. De esta manera, los artículos, las revisiones y los análisis sociales serán muy bienvenidos, ya que tales contribuciones proporcionarán a la sociedad actual, herramientas para lograr un proceso de autoprotección, respeto a la diversidad y curación interior.

Período para envío: 15 de marzo de 2021


v. 29, n. 4 (2019)


Capa da revista
Imagem: Júlio César
Fonte: www.almapreta.com