The Experience of Stress on Graduates of the Course of Human Resources a Private School of Goiás

Maurício Benício Valadão, Sebastião Benício Costa Neto

Resumo


Highlights the experience of stress in students graduating from the upper reaches of a higher education institution. exploratory method , with focus group of students ; submitted to Bardin content analysis (2011). Sample of 16 students, aged 17-33 years. Results showed that the completion of course work and teaching are the most stressor agents.

A Vivência do Estresse em Concluintes do Curso de Recursos Humanos de uma Faculdade Privada de Goiás

Evidencia-se a vivência do estresse em alunos concluintes do curso superior de uma instituição de ensino superior. Método exploratório, com grupo focal dos discentes; submetidos a análise de conteúdo de Bardin (2011). Amostra de 16 alunos, idade entre 17 a 33 anos. Resultados permitiram identificar que o trabalho de conclusão de curso e o docente são os agentes mais estressores.


Palavras-chave


Education; Stress; Students; Coping; Discentes; Educação; Estresse; Enfrentamento

Texto completo:

PDF

Referências


ARANTES, M. A. A. C.; VIEIRA, M. J. F. Estresse: clínica psicanalítica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.

BREAKWELL, G. et al. Métodos de pesquisa em psicologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

CALAIS, S.; ANDRADE, L.; LIPP, M. Diferenças de sexo e escolaridade na manifestação de stress em adultos jovens. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 16, n. 2, p. 257-263, 2003. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.

DUTERME, C. A comunicação interna na empresa: a abordagem de Palo Alto e a análise das organizações. Lisboa: Instituto Piaget, 2002.

FIGUEIREDO, R.; OLIVEIRA, M. A. Necessidades de estudantes universitários para a implantação de um serviço de orientação e educação em saúde. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 3, n. 1, p. 5-18, 1995. Disponível em: Acesso em: 10 jan. 2016.

FILGUEIRAS, J. C.; HIPPERT, M. I. S. A polêmica em torno do conceito de estresse. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 19, n. 3, 1999. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

FOLKMAN, S. Stress, health, and coping: Synthesis, commentary, and future directions. In S. Folkman (Ed.), The Oxford handbook of stress, health, and coping, p.453-462. New York: Oxford University Press, 2011.

GUEDES, H.; GUEDES, J. Avaliação, pelos estudantes, da atividade “Trabalho de Conclusão de Curso” como integralização do eixo curricular de iniciação à pesquisa científica em um curso de medicina. Revista Brasileira de Educação Médica [online], v. 36, n. 2, p. 1620171, 2012. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

HAAN, N. The assessment of coping, defense and stress. In: GOLDBERGER, L.; BREZNITZ, S. (Orgs.). Handbook of stress: theorical and clinical aspects. New York: Free Pass, 1982.

KOHLSDORF, M. Análise das estratégias de enfrentamento adotadas por pais de crianças e adolescentes em tratamento de leucemias. 2008. 232 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia da Saúde) – Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, 2008.

LAZARUS, R. Psychological stress and the coping process. New York: McGraw Hill, 1996.

LAZARUS, R.; FOLKMAN, S. Stress and coping: an anthology. New York: Columbia University Press, 1991.

LAZARUS, R.; FOLKMAN, S. Stress, appraisal, & coping. Nova York: Springer, 1984.

LIPP, M. E. N. Manual do inventário de sintomas de stress para adultos de Lipp. 3. ed. Rio de Janeiro: Casa do Psicólogo, 2000.

LIPP, M. E. N. O modelo quadrifásico do stress. In: LIPP, M. E. N. (Org.). Mecanismos Neuropsicofisiológicos do Stress: teoria e aplicações clínicas. São Paulo: Casa dos Psicólogo, 2003. p. 17-21.

LIPP, M. E. N. Pesquisas sobre stress no Brasil: saúde, ocupações e grupos de risco. Campinas, SP: Papirus, 1996.

MARGIS, R. et al. Relação entre estressores, estresse e ansiedade. Revista Psiquiatria, Rio Grande do Sul, v. 25, s. 1, p. 65-74, 2003. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

MARIUZZO, P. Ontem, contra-indicados: hoje, saudáveis. Ciência e Cultura [online], v. 59, n. 4, p. 14-15, 2007. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

MARQUES, V.; ABREU, J. Estresse ocupacional, conceitos fundamentais para o seu gerenciamento. VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia. SEGET. out. 2009. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

MARRAS, J. P.; VELOSO, H. M. Estresse ocupacional. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

MEIRELES, G. A Vivência do estresse no Último Ano de um Curso de Enfermagem. 2012. 99 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais e Saúde) – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2012. Disponível em: . Acesso em: 10 de jan. 2016.

MIGUEL, F; NORONHA, A. Estudo dos Parâmetros Psicométricos da Escala de Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho. Revista Evaluar, (7), 1-18, 2007. Disponível em: Acesso em: 02 abr. 2018

MILSTED, J.; AMORIM, C.; SANTOS, M. Nível de estresse em alunos de psicologia do período noturno. Educare 2009. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.

MONDARDO, A.; PEDON, E. Estresse e desempenho acadêmico em estudantes universitários. Revista de Ciências Humanas, ano VI, v. 6, n. 6, 2005. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2016.

MYERS, D. Psicologia. In: MYERS, D. (Org.). Estresse e saúde. Rio de Janeiro: LTC, 2006. p. 386-421.

OLIVEIRA, R. A.; CIAMPONE, M. H. T. A universidade como espaço promotor de qualidade de vida: vivências e expressões dos alunos de enfermagem. Texto, Contexto Enfermagem, Florianópolis, v.15, n. 2, p. 254-261, 2006. Disponível em: . Acesso em: 17 jan. 2016.

PEREIRA, A. I. Estresse escolar percebidos pelos alunos. Revista Proformar Almada, 7. ed. jan. 2005.

RIOS, O. Níveis de estresse e depressão em estudantes universitários. 2006. 197 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Núcleo de Psicossomática e Psicologia Hospitalar, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2006.

SAMPAIO, J. R.; GALASSO, L. M. R.; RIBEIRO, S. C. Stress e Trabalho: uma abordagem Psicossomática. São Paulo: ATLAS, 2014.

SOUSA, M.; SILVA, H.; GALVAO-COELHO, N. Resposta ao estresse: I. Homeostase e teoria da alostase. Estud. psicol. (Natal), Natal, v. 20, n. 1, p. 2-11, Mar. 2015. Disponível em: . Acesso em: 02 abr. 2018.

STACCIARINI, J. M.; TRÓCCOLI, B. T. O estresse na atividade ocupacional do enfermeiro. Revista Latino-Americana de Enfermagem [online], v. 9, n. 2, p.17-25, abr. 2001.

TAMAYO, M.; TRÓCCOLI, B. T. Exaustão emocional: relações com a percepção de suporte organizacional e com as estratégias de coping no trabalho. Estudos de Psicologia, Brasília, v. 7, n. 1, p. 37-46, jan. 2002. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2016.




DOI: http://dx.doi.org/10.18224/frag.v28i2.4719

Rodapé - Fragmentos
 

Este obra está licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição Sem Derivações 4.0 CC BY-NC-ND


FRAGMENTOS DE CULTURA | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | Instituto de Filosofia e Teologia | Sociedade Goiana de Cultura | e-ISSN 1983-7828 | Qualis B3

Visitantes - (01/01/2006 - 01/08/2019)
País Usuários
Brasil 34.046
Estados Unidos 1.488
Portugal 776
França 293
Moçambique 281
Angola 222
Espanha/td> 95
Chile 83
Colombia 74
Total 38.451

Fonte: Google Analytics.