Cemitérios Oitocentistas como Lugares de Memória

Gleidson de Oliveira Moreira

Resumo


Nada é tão individual quanto a morte, por ser intransferível. Todo conhecimento a seu respeito é indireto, pois somente é apreendido pela morte do outro. Isso gera, ainda, a exacerbação dos signos tumulares para tornar visível o ser em detrimento do nada, buscando dar um sentido de presença e recordação eterna ao ausente. Este artigo abordará os cemitérios oitocentistas como lugar de memória, observando o caso específico do Cemitério São Miguel de Arcanjo, na Cidade de Goiás.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/frag.v17i5.471

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