A ECONOMIA DO MAL E A ECONOMIA DA AUSÊNCIA DE PENSAMENTO OU A URGÊNCIA DE SE PENSAR O MAL EM KANT E A BANALIDADE DO MAL EM ARENDT NA ATUALIDADE

Helder Félix Pereira de SOUZA, Valquiria Vasconcelos da Piedade

Resumo


A noção de mal arraigado na natureza humana já está presente com clareza nas lições de 1775/76 sobre antropologia de Kant, principalmente no texto Do carácter da humanidade em geral. A partir deste texto, o intuito é tecer algumas considerações sobre a ideia do mal presente na obra A Religião nos Limites da Simples Razão de Immanuel Kant relacionando-o com o conceito de banalidade do mal da politóloga alemã Hannah Arendt. Para isso na primeira parte do ensaio discorre-se sobre o mal e o bem presente na lição de 1775/76 de Kant; a segunda parte destaca as três concepções kantianas de mal; na terceira parte o mal radical é pensado, de maneira breve, junto ao conceito de banalidade do mal de Arendt, a fim de destacar sua diferença e complementaridade. Por fim, algumas considerações finais sobre o tema e a sua urgência na atualidade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/frag.v26i4.3300

 

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