Tempo de Sistemas Complexos - Um tempo sem cosmogonias ou de como verdades absolutas nos faltam

Vinícius Wagner de Sousa Maia

Resumo


Resumo: neste artigo desenvolvemos reflexões sobre posturas radicais que polarizam os saberes desconsiderando a multiplicidade das vivências e experiências. Para isso principiamos com uma hipotética tensão entre as perspectivas filosóficas de Heráclito e Parmênides, que vai desembocar nos imaginários cosmogônicos dos povos cristãos, produzindo consequências nas dimensões políticas e sociais. No final afirmamos, com base na insuficiência das capacidades humanas, a crise da fé nos sistemas absolutos. Diante desse cenário, a multiplicidade se apresenta em sua plenitude, ensejando a necessidade de novos imaginários que possibilitem o convívio dos diferentes, criando formas, meios e mecanismos de diálogos na alteridade. Esses imaginários são erguidos sobre lógicas que às vezes se mostram insuficientes para explicar a complexidade das vivências. Isso faz com que novas lógicas tenham de ser inventadas, descobertas ou produzidas.
Palavras-chave: Babel. Pentecostes. Heráclito. Parmênides. Dialética.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/frag.v24i1.3182

 

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