Concepções da Liberdade: fragmentos culturais do Século XVII

Javier Lifschitz

Resumo


Neste artigo, sugerimos a hipótese de que os intelectuais do século XVIII representaram a liberdade como uma verdadeira terapêutica. Ao não existir ainda uma psicologia separada da filosofia, nem uma filosofia separada da moral, muitos pensadores daquele século, como Rousseau, Locke, Berkeley e Swift, pautaram suas refleíxões sobre a liberdade em prescrições comportamentais ou em sugestões de práticas auto-administradas para uso dos cidadãos. Estas prescrições e práticas, vistas sob um olhar contemporâneo, sugerem uma verdadeira terapêutica para procurar suprir uma perda ou promover uma cura.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/frag.v19i5.1159

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FRAGMENTOS DE CULTURA | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | Instituto de Filosofia e Teologia | Sociedade Goiana de Cultura | e-ISSN 1983-7828 | Qualis CAPES Preliminar 2019 = B1

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