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Diretrizes para Autores

A revista Estudos – Vida e Saúde (EVS), ISSN 1983-781X, é um periódico trimestral de revisão por pares da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em meio eletrônico, que tem como a sua base fundamental a interdisciplinaridade dentro da área da saúde. O objetivo maior está relacionado a divulgar trabalhos que contribuam com a disseminação do conhecimento nas diversas áreas que visem a qualidade da saúde e da vida humana. Entende-se como interdisciplinaridade a interação de uma ou mais disciplinas, em âmbito coletivo, com o objetivo de solucionar problemas complexos, nesse caso, ligados à vida e saúde humanas. Resulta em enriquecimento recíproco e na transformação de suas metodologias de pesquisa e conceitos. Dentro da concepção de Vida e Saúde, coloca-se como exigência interna, uma vez que seu objeto de trabalho – a saúde e a doença no seu âmbito social – envolve as relações sociais, as expressões emocionais e afetivas, o meio ambiente, a biologia, traduzindo, por meio da saúde e da doença, as condições e razões sócio históricas e culturais dos indivíduos e grupos.
Solicita-se aos autores que leiam todas as instruções das normas de publicação ao preparar o artigo e as revisem antes de iniciar o processo de submissão. Somente serão encaminhados aos consultores os manuscritos que estejam rigorosamente de acordo com as normas especificadas. As submissões somente poderão ser feitas pela internet, no Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER), no endereço seer.pucgoias.edu.br.

Qualificação de Trabalhos
Os manuscritos devem destinar-se exclusivamente à EVS, não sendo permitida sua submissão e/ou apresentação simultânea a outro periódico. Os artigos são de acesso aberto e distribuídos sob os termos do Creative Commons Attribution Non-Commercial License (http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt_BR), que permite livre uso não-comercial, distribuição e reprodução em qualquer meio, desde que a obra original seja devidamente mantida. Os manuscritos a serem submetidos à EVS podem ter a sua originalidade bem fundamentada nas áreas da saúde e afins, mas com o viés da interdisciplinaridade muito bem estabelecido e claro, presente no título, resumo, introdução e discussão. A EVS publica as sessões: Artigo Original, Especial, Revisão, Atualização, Relato de Caso, Carta ao Editor, podendo a qualquer momento publicar outro tipo de informação de interesse da comunidade científica.
Processo de Revisão por Pares
A EVS se utiliza do sistema de revisão por pares (peer review) dos manuscritos submetidos para publicação. Todos os manuscritos submetidos passam por uma avaliação inicial do Editor Chefe no que se refere à formatação, língua e regras da EVS. Em um segundo momento o artigo é enviado a um Editor Associado que se utiliza, no mínimo, de três pareceristas ad hoc específicos da área do artigo para avaliação, comentários, sugestões, adequações, dando o seu parecer sobre a aceitabilidade do artigo. O Editor Associado pode também ser um dos editores diretos do manuscrito. Essa etapa tem uma duração máxima de 15 dias. O Editor Associado então envia as revisões ao Editor Chefe, que fará a devolução ao autor de correspondência do manuscrito, para as devidas adequações ou recusa do artigo. No caso de adequações ou correções, os autores terão, no máximo, cinco dias para a devolução ao Editor Chefe. O processo se repete com o Editor Associado que deverá conferir se foram atendidas as sugestões e adequações junto com os pareceristas ad hoc, em um prazo de até cinco dias. Cumprida essa fase, o Editor Chefe é comunicado do aceite do artigo e esse comunicará o autor de correspondência. Os manuscritos são aceitos levando-se em consideração a originalidade, relevância e a contribuição científica de acordo com a abrangência da EVS.

INSTRUÇÃO AOS AUTORES
Antes da submissão de um manuscrito os autores devem se inteirar do escopo da EVS, suas características, processo de revisão e políticas editoriais. Os autores devem estar cientes e ter a certeza que o manuscrito não foi publicado anteriormente e que não está em fase de avaliação por outro periódico. No ato da submissão os autores assumem a responsabilidade por não estarem usando dados falsos ou copiados (plagiados). A EVS se utiliza de métodos eletrônicos para identificação de similaridade que, se detectado, será devolvido imediatamente aos autores.
Todos os manuscritos, ao serem submetidos, deverão apresentar obrigatoriamente a seguinte documentação:
• Autoria: Cada pessoa consignada como autor deve ter participado efetivamente do trabalho e assumir a responsabilidade pública pela parte do artigo com a qual contribuiu e o documento submetido deve ter sido cuidadosamente lido por todos os autores, que devem concordar com o seu conteúdo. Esses aspectos devem fazer parte de uma declaração de responsabilidade pela autoria.
• Direitos autorais: os autores devem assinar o documento de transferência de direitos autorais à EVS.
• Conflito de interesses: devem ser mencionadas as situações que podem influenciar de forma inadequada o desenvolvimento ou as conclusões do trabalho, tais como a participação societária nas empresas produtoras das drogas ou dos equipamentos citados ou utilizados no trabalho, assim como em suas concorrentes da mesma. São também consideradas fontes de conflito os auxílios recebidos, as consultorias, as relações de subordinação no trabalho etc.
• Todos os manuscritos que lidem com qualquer tipo de participação humana devem estar devidamente documentados de todo o processo de avaliação por um Comitê de Ética em Pesquisa, reconhecido pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), seguindo a Resolução 466, de 12 de dezembro 2012, do Conselho Nacional de Saúde.
• Artigo que trate de pesquisa clínica com seres humanos deve incluir na seção Métodos, declaração de que os sujeitos do estudo assinaram o termo de consentimento livre e informado. Os autores devem informar, também, que a pesquisa foi conduzida de acordo com a Declaração de Helsinque revisada em 2008 assim como a legislação específica em vigor;
• No caso de trabalhos envolvendo experimentação animal, os autores devem indicar na seção Material e Métodos que foram seguidas as normas contidas no Council for International Organization of Medical Sciences (CIOMS) Ethical Code for Animal Experimentation (WHO Chronicle 1985; 39(2):51-6) e os preceitos do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal - COBEA (www.cobea.org.br), e deverão estar de acordo com a Lei Nº 11.794, de 8 de outubro de 2008 (Lei Arouca), e com avaliação de uma Comissão de Ética no Uso de Animais. Deverão ainda contemplar, ainda, a Declaração dos Direitos do Homem e do Animais.
• Todos os ensaios controlados aleatórios (randomized controlled trials) e clínicos (clinical trials) submetidos à publicação devem ter o registro em uma base de dados de ensaios clínicos. Essa é uma orientação da Plataforma Internacional para Registros de Ensaios Clínicos (ICTRP), da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE). As instruções para o registro estão disponíveis no endereço eletrônico do ICMJE (http://www.icmje.org/clin_trialup.htm) e o registro pode ser feito na base de dados de ensaios clínicos da National Library of Medicine, disponível em http://clinicaltrials.gov/ct/gui.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO ARTIGO
1. Primeira Página
a) Título do artigo em português e inglês, que deverá ser conciso, porém informativo;
b) Nome completo de cada autor, sem abreviações;
c) Afiliação institucional (endereço completo da instituição a que está afiliado – ver Estruturação do Artigo; 2. Autores);
d) E-mail do autor correspondente. Esse deve ser identificado com um asterisco (ver Estruturação do Artigo; 2. Autores).

2. Língua
Serão aceitos artigos em Português e Inglês. No caso da língua inglesa o manuscrito deverá ser traduzido por um especialista ou empresa com certificação nesse tipo de serviço. A editoria da EVS não faz correções da língua inglesa.

3. Resumo e Abstract
Deve haver uma versão do Resumo em Português e um abstract em inglês com, no máximo, 300 palavras. Ambas as versões devem ter o mesmo conteúdo. O resumo expressará o assunto tratado, ressaltando, em seguida, os objetivos, os métodos, os resultados e as conclusões. Devem acompanhar o resumo/abstract entre três e seis palavras-chaves/keywords, separadas por pontos.

4. Texto
Deve ser dividido em títulos, de acordo com o tipo de artigo (conforme especificados abaixo). Nos Artigos Originais, não serão aceitos trabalhos em que os resultados e a discussão sejam combinados no mesmo subtítulo. Nos Artigos de Revisão, as Conclusões podem constituir o último subtítulo, que pode ser alternativamente denominado de Discussão ou Considerações Finais. Os subtítulos devem ser numerados de acordo com o modelo (ver item 5. Títulos).
a) Artigo Original: deve conter: Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão, Conclusões, Agradecimentos (se houver), Referências, Tabelas (se houver) e Figuras (se houver). O trabalho deverá ter no máximo 4.500 palavras (incluindo as referências), autores até seis, quadros, tabelas e figuras (ilustrações, fotos e gráficos) até sete e conter até 30 referências;
b) Artigo Especial: devem ter a mesma estrutura dos artigos originais, porém poderão ser submetidos somente a convite ou inclusão nesta categoria após análise do editor;
c) Artigo de Revisão: revisões abordando tema de importância para a área. Deverá ter até 4.500 palavras (incluindo as referências), tabelas, e figuras (ilustrações, fotos e gráficos) até o número de sete e no máximo 60 referências;
d) Artigo de Atualização: sobre um tema, um método, um tratamento, etc., devendo conter um breve histórico do tema, seu estado atual de conhecimento e as razões do trabalho, métodos de estudo (fontes de consulta, critérios de seleção), hipóteses, linhas de estudo, etc. Critérios idênticos ao artigo de revisão;
e) Relato de Caso: deve conter Introdução, com breve revisão da literatura, relato do caso, os resultados importantes para o diagnóstico, evolução, discussão, conclusão e referências. Deverá ter no máximo 1.800 palavras, tabelas, ilustrações e fotos até o número de duas, autores até quatro com 10 referências;
f) Carta ao Editor: máximo de 1.000 palavras (incluindo referências), com três autores, contendo no máximo duas ilustrações;

FORMATAÇÃO GERAL
1. Formato
O trabalho deve ser apresentado em formato A4 (21 X 29,7 cm) utilizando-se WORD para Windows. A fonte a ser utilizada é Times New Roman, tamanho 12 para o texto e 11 para legendas de figuras e tabelas. Os pés de tabelas o tamanho da fonte deverá ser 10. Todos os capítulos primários e secundários do manuscrito devem ser tamanho 12 com a primeira letra maiúscula. Todos os parágrafos devem se iniciar com um recuo de 1,0 cm, controlado pela régua de texto superior.



2. Margem
As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2,5cm. Layout de cabeçalho de 1,25 cm e de rodapé 2,5 cm.

3. Espaçamento
Todo o texto deve ser digitado com espaço 1,5 e justificado. As legendas das ilustrações e tabelas devem ser digitadas em espaço simples, justificado. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço 1,5 e justificado, sem recuo da segunda linha e formatação do parágrafo de 6 pontos após.

4. Paginação
Todas as folhas do trabalho devem ter a numeração começando a partir da primeira folha de parte textual (Introdução), em algarismos arábicos, no canto inferior direito da folha, tamanho 10.

5. Títulos
Para evidenciar a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para os títulos e subtítulos do texto. Devem ser adotados os seguintes destaques para numeração progressiva:
Título primário: caixa alta em negrito, tamanho 12, sem numeração.
Exemplo:
Material e Métodos
Título secundário: caixa alta em negrito, tamanho 12, numeração arábica.
Exemplo:
1. Amostragem
Título terciário: caixa baixa com negrito, tamanho 12, numeração arábica.
Exemplo:
1.2. Amostras de Água
Título quaternário: caixa baixa com negrito, tamanho 12, numeração arábica.
Exemplo:
1.2.1. Amostras de Água Subterrâneas


6. Abreviaturas e Siglas
Quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses.
Exemplo: Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás).

7. Equações e Fórmulas
Aparecem destacadas no texto, de modo a facilitar sua leitura, e é permitido o uso de uma entrelinha maior para compor seus elementos (expoentes, índices etc.). Quando destacadas do parágrafo, são centralizadas e, se necessário, deve-se numerá-las, com a explicação no texto (em fonte normal = Times New Roman 12).
Exemplo:
X2+y2=Z2 (1)
(X2+y2)/5=n (2)
Outra opção fica no destaque da fórmula e sua explicação a seguir (em fonte normal = Times New Roman 12).

Exemplo:
Para a medida de diversidade de espécies será adotada a função de Shannon-Wiener (Krebs, 1999):
s
H’ = ∑ (pi) (log2pi)
i=1
Onde:
H’ = índice de diversidade de espécies
s = número de espécies
pi = proporção amostral pertencente à i-ésima espécie

8. Tabelas
Elemento demonstrativo de síntese que apresenta informações tratadas estatisticamente e seguir a seguinte formatação básica.




Exemplo:
Tabela 1. Vetores identificados e sua relação com doenças e importância epidemiológica
Espécie Doença Importância
Ordem Diptera
Família Culicidae
Anopheles albitarsis
Anopheles darlingi
Anopheles strodei Malária
Malária
Malária +
+++
+
Sabethes sp. Febre Amarela
Miíases +
++
Legenda: + baixa importância; ++ importância moderada; +++ grande importância; ? dúvidas sobre o grau de importância epidemiológica. Fonte: PAHO (2003).

Toda tabela deve ter significado próprio, dispensando consultas ao texto e estar o mais próximo possível do trecho a que se refere. O título deve aparecer na parte superior, precedida da palavra Tabela seguida de seu número de ordem em algarismos arábicos e um ponto (tamanho 11). O título termina sem um ponto final. As tabelas devem ser numeradas consecutivamente, de 1 a infinito, independente do capítulo. O conteúdo da tabela deve estar em texto ponto 10. As legendas (pé das tabelas) devem ser concisas e em tamanho menor que o título (tamanho 9). Tabelas com mais de uma página devem conter, no rodapé, ao lado direito, alinhada com a tabela e em caracteres minúsculos, a palavra “continua”. O título e o cabeçalho devem ser repetidos em todas as páginas, identificadas com a palavra “continuação”. Não inserir tabelas como imagens. As tabelas devem estar inseridas no texto, mas devem ser fornecidas também em arquivo à parte e identificado “Tabelas”, acompanhado de um texto com todas as legendas das mesmas.

9. Quadros
Apresentam a mesma característica da tabela em relação à formatação do título, porém apresentam dados textuais comparativos, ao contrário das tabelas, que podem apresentar dados comparativos ou estatísticos. Assim como nas tabelas, os quadros com mais de uma página devem conter, no rodapé, ao lado direito, alinhada com a tabela e em caracteres minúsculos, a palavra “continua”. O título e o cabeçalho devem ser repetidos em todas as páginas, identificadas com a palavra “continuação”. Não inserir quadros como imagens. Os quadros devem estar inseridos no texto, mas devem ser fornecidos também em arquivo à parte e identificado “Quadros”, acompanhado de um texto com todas as legendas dos mesmos.


10. Figuras
Qualquer que seja seu tipo (gráfico, desenho, esquema, diagrama, fluxograma, fotografia, mapa, planta, retrato e outros) serão considerados como “Figuras”, e sua identificação deve aparecer na parte inferior, precedida da palavra designativa (apenas com a letra inicial maiúscula), seguida de seu número de ordem em algarismos arábicos e um ponto.
Exemplo: Figura 1.
No caso de ilustrações não originais, após a descrição a fonte deve ser inserida entre parênteses e com a devida citação.
Exemplo: Fonte: IBGE (1986).
As legendas das ilustrações devem ser claras e breves, dispensando consulta ao texto, com fonte tamanho 11, justificadas e formatadas (respeitando os limites das figuras). Em se tratando de uma publicação digital, não existem limites de figuras coloridas ou preto e branco, cabendo ao Editor sugerir a deleção de figuras consideradas em excesso ou sem uma devida importância ou relevância. As figuras devem estar inseridas no texto, mas devem ser fornecidas também versões em formato TIFF ou JPEG, em alta resolução mínima de 600 dpis em arquivo à parte e identificado “Figuras”, acompanhado de um texto com todas as legendas das mesmas.

11. Análises Estatísticas
Os métodos estatísticos devem ser descritos com detalhes suficientes para permitir a verificação dos resultados àqueles que tiverem acesso.

Exemplo:
Os dados foram analisados utilizando o Programa SPSS 20.0 para Windows. Os dados contínuos (idade, IMC) são apresentados com média e desvio padrão (DP), e os dados nominais (sexo, profissão), por meio de frequência absoluta e relativa. O teste Shapiro-Wilk foi usado para avaliar a normalidade, sendo utilizado o teste T de Student pareado (paramétrico) para variáveis que seguiram premissa de normalidade e Wilcoxon (não paramétrico) cujas variáveis não seguiram a distribuição normal.
No caso da apresentação dos resultados estatísticos os valores testes estatísticos devem conter não mais do que três casas decimais (incluindo p-valor); Valores de “p” menores do que 0,001 devem ser relatados como p<0,001; em relação à porcentagem, recomenda-se inicialmente que sejam fornecidas informações sobre os numeradores que deram origem às porcentagens (exemplo: n=20; 60%); normalmente devemos usar a média e desvio padrão apenas para dados que tenham distribuição normal; alguns estudos adotam o sinal ± para representar média e desvio padrão, porém os estatísticos sugerem o uso da média e entre parênteses o desvio padrão (exemplo: média de 58 (DP = 4,5)); o valor que melhor representa dados que não têm distribuição normal é sua mediana. A noção de variabilidade pode ser fornecida por valor mais baixo e valor mais alto (exemplo: mediana de 55 g (6-77 g)).

12. Arredondamento de Números
Necessário quando apresentam unidades mais abrangentes; efetuar o processo de arredondamento eliminando da expressão dos dados estatísticos as unidades inferiores às de uma dada ordem; quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 0, 1, 2, 3 ou 4, fica inalterado o último algarismo a permanecer (exemplo: 56,426 arredonda-se para 56,4); quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 6, 7, 8 ou 9 deve ser aumentado de uma unidade o último algarismo a permanecer (exemplo: 56,682 arredonda-se para 56,7); quando o primeiro algarismo a ser abandonado for 5, como regra geral, deve ser aumentado de uma unidade o último algarismo a permanecer (exemplo: 56,652 arredonda-se para 56,7).

ESTRUTURAÇÃO DO ARTIGO
1. Título
O título do trabalho deverá estar no alto da primeira página, em caixa alta, negrito, tamanho 12 e justificado, em Português e Inglês.

2. Autores
Os autores deverão aparecer em linhas únicas, caixa alta, sem negrito, tamanho 12 e justificado, seguido de numeração individual ligando-os às suas instituições, que deverão ser identificadas logo abaixo dos autores.
Exemplo:

ANTÔNIO VIEIRA DE MELLO1
ROBERTO DE ASSIS QUINTAS2*

1Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Departamento de Biomedicina. Avenida Universitária, 1440 – Setor Universitário. CEP 74605-010 – Goiânia – GO.
2Universidade Federal de Goiás. Escola de Veterinária – EV/UFG. Campus II – Samambaia. CEP 74001-970 – Goiânia – GO.

*Autor correspondente: quintas@gmail.com

3. Resumo
Trata-se de uma apresentação resumida do conteúdo, que destaca os aspectos de maior importância. O resumo será redigido em um único parágrafo, em espaço simples e em página distinta, contendo, no máximo, 300 palavras. Para os artigos originais, os mesmos devem ser estruturados, destacando o(s) objetivo(s) do estudo, método(s), resultado(s) e a(s) conclusão(ões) em texto corrido (não inserir esses subtítulos). Para as demais categorias de artigos, o resumo não necessita ser estruturado, porém deve conter as informações importantes para reconhecimento do teor do trabalho. O resumo deverá sempre mencionar o nome do país ou da região onde o trabalho foi desenvolvido. Abaixo da última linha do Resumo devem aparecer Palavras-chave (descritores), separados por um ponto.
Exemplo:
Palavras-chave: Meio ambiente. Saneamento. Zoonoses. Centro-Oeste.

Os descritores são termos utilizados na indexação do artigo para que seja localizado, por assunto, por mecanismos de pesquisa eletrônica. O preenchimento correto dos descritores é fundamental para que sua publicação seja facilmente encontrada por outros pesquisadores. Assim, deve-se especificar de três a seis descritores, em português e em inglês, que definam o assunto do trabalho. Os descritores deverão ser baseados no DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) publicado pela BIREME, traduzidos do MeSH (Medical Subject Headings) da National Library of Medicine e disponível no endereço eletrônico: http://decs.bvs.br. Ensaios Clínicos: ao final do resumo indicar o número de registro onde o trabalho está cadastrado.



4. Abstract
É a versão do resumo em inglês, devendo-se seguir as mesmas orientações para o resumo. Abaixo da última linha do Abstract devem aparecer Key words, entre três e seis (idênticos às Palavras-chave). Não usar tradutores eletrônicos.

5. Texto
Trata-se da apresentação e desenvolvimento do trabalho, propriamente ditos. Devem ser dividido em capítulos, com as seguintes divisões principais: Introdução, Material e Métodos, Resultados, Discussão e Referências. A formatação do texto está explicitada no item Formatação Geral. A citação de figuras ou quadros devem ser feitas no texto com a primeira letra sempre maiúscula, como: “Figura x” ou “Quadro x”.

5. Citações
As citações do texto seguem a formatação Vancouver (modificada).
Exemplo:
As zoonoses descritas são conhecidas para a região de estudo1, mas com os resultados semelhantes a outros ambientes periféricos4. Entretanto, outras condicionantes podem estar envolvidas5-9.

6. Introdução
Nesta parte o assunto é apresentado como um todo, sem detalhes. Trata-se de um texto explicativo, onde o autor apresenta a justificativa do trabalho, ou seja, os fatos que levaram à execução do mesmo. A introdução deve: a) definir claramente o assunto; b) indicar a finalidade e os objetivos do trabalho; c) referir-se aos tópicos principais do texto, fornecendo o roteiro ou a ordem de apresentação dos mesmos; d) evitar citações bibliográficas, embora possam ser utilizadas exclusivamente para dar suporte às definições e relatos históricos; e) não é permitida a inclusão de quadros, tabelas ou figuras na introdução.

7. Material e Métodos
Incluem-se nesta parte os materiais, técnicas e métodos utilizados para conduzir o trabalho, descritos de maneira detalhada e suficiente para tornar possível a repetição do experimento por outros pesquisadores, com a mesma precisão. Métodos inéditos desenvolvidos pelo autor devem ser justificados, apresentado suas vantagens em relação a outros. As técnicas e métodos já conhecidos devem ser descritos com detalhes e ilustrativos, se possível com fotografias, que receberão o título de Figura.

8. Resultados
Visa comunicar os resultados da pesquisa e a análise dos mesmos, oferecendo subsídios para a discussão e conclusão. Os dados utilizados na análise estatística devem figurar no texto ou ser apresentados ao anexo, caso sejam em grande número.
Os resultados devem ser expostos de forma objetiva, clara e lógica, sendo permitida a utilização de tabelas, figuras e/ou quadros que devem seguir formatação adequada, título, legenda, nota e fonte (quando necessário). Os resultados poderão ser submetidos a tratamento estatístico para melhor interpretação e relação dos aspectos estudados. Os dados da pesquisa são descritos e, para facilitar a visualização de dados numéricos, estes são expostos e resumidos em tabelas ou por meio de figuras, gráficos e quadros. Dessa maneira, as ilustrações (figuras, tabelas, gráficos, quadros etc.) complementam o texto e, por isso, devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho onde são mencionadas, de preferência em seguida de sua citação em texto.

9. Discussão
A discussão dos resultados deve possibilitar a ligação entre os dados gerados e os conhecimentos anteriormente levantados na Introdução, destacando a maneira como as hipóteses apresentadas foram comprovadas ou não, além das concordâncias e divergências da teoria. O autor deve destacar fatos novos e evitar simples comparações entre resultados obtidos e outros relatados na literatura. As conclusões do trabalho fazem parte da Discussão.

10. Agradecimentos
Os agradecimentos são opcionais e, quando presentes, devem aparecer antes das referências bibliográficas.

11. Referências

A listagem das referências bibliográficas segue a formatação de texto indicada, por número. Os autores aparecem em caixa alta, separados por vírgula e pontos após as iniciais. Não utilizar nomes de autores ABREVIADOS (Ex: GOMES, U. S., ARAÚJO, M. E., et al.) Entre uma e outra referência deverá ser dado um espaço de 6 pontos após o mesmo.
A) Livro
Com autor único:
2. JEFFRIES, M. J. 1997. Biodiversity and Conservation. Routhledge, London. 208p.
Com mais de um autor:
5. OLIVEIRA, P. S. & MARQUIS, R. J. 2002. The Cerrados of Brazil – Ecology and Natural History of a Neotropical Savanna. Columbia University Press, New York. 398p.
B) Livro organizado
4. PATTERSON, D. (Org.). 1999. A Companion to Philosophy of Law and Legal Theory. Blackwell, Massachusetts. 322p.
C) Capítulo ou artigo em livro de textos
12. ARAÚJO, F. A. A., SANTALÚCIA, M. & CABRAL, R. F. 2003. Epidemiologia dos Acidentes por Animais Peçonhentos. In: Cardoso, J. L. C., França, F. O. S., Wen, F. H., Málaque, C. M. S. & Haddad Jr., V. (Org.). Animais Peçonhentos no Brasil – Biologia, Clínica e Terapêutica dos Acidentes. Pp. 6-12. Sarvier, São Paulo. 468p.
D) Dissertações e teses não-publicadas
11. PAVAN, D. 2001. Considerações ecológicas sobre a fauna de sapos e lagartos de uma área do Cerrado brasileiro sob o impacto do enchimento do reservatório de Serra da Mesa. Dissertação de Mestrado, Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo. 159 p.
E) Trabalhos apresentados em encontros, congressos e simpósios
21. MAGALHÃES, M. R. & ULHÔA, C. J. 2000. Enzymatic characterization of the venom of Potamotrygon motoro (Chondrichthyes: Dasyatidae, Potamotrygoninae). Resumos da XXIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular, 97. Caxambu, Minas Gerais, 27 a 30 de maio de 2000.
F) Relatórios de pesquisa não-publicados
8. OKAMOTO, A. S. 2004. A Fauna de Pequenos Mamíferos (Mammalia, Rodentia, Muridae; Didelphimorphia) da Área de Influência da UHE Corumbá IV. CNPq, Brasília. 52p.

G) Monografias não-publicadas
9. JARDIM, V. L. 2002. Aspectos da Estrutura da Comunidade de Peixes da Área sob Influência da Usina Hidrelétrica de Cana Brava, GO. Monografia não-publicada. Departamento de Biologia, Universidade Católica de Goiás. Goiás. 88p.
H) Artigo em periódicos
Com autor único:
19. MOREIRA, A. G. 2000. Effects of fire protection on savanna structure in Central Brazil. Journal of Biogeography 27:1021-1029.
Com mais de um autor (citação completa):
33. LUCARELLI, H. Z., INNOCENCIO, N. R. & FREDRICH, O. M. B. L. 1989. Impacto da construção de Brasília na organização do espaço. Revista Brasileira de Geografia 51:99-138.
I) Artigos em jornais e revistas não-especializadas
Com autor:
6. SILVA JR., N. J. 2004. A insustentabilidade do desenvolvimento sustentável. O Popular, 31 de janeiro. p 2B.
Sem autor:
2. AS CAPITAIS DO CAPITAL. 1993. Revista Exame, 26 de maio. Pp. 46-53.
J) Documentos Oficiais
Leis
7. BRASIL, CONGRESSO NACIONAL 1997. Lei 9433/97. Diário Oficial, 09 de janeiro.
Pareceres
11. BRASIL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). 2001. Parecer nº 312/CONJUR/MMA/2004. Acessado em 11/02/2007. Disponível em: http://www.ibama.gov.br/licenciamento/modulos/arquivo.php?cod_arqweb=par312
Documentos Federais e Estaduais
10. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE 2006. Vigilância em Saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios. Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília. 228p.
2. ESTADO DE GOIÁS, ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS 2003. Lei nº 14.475. Diário Oficial, 21 de julho.
K) Apostilas
6. SILVA JR., N. J. 1999. Fundamentos de Ofiologia. Apostila. Departamento de Biologia, Universidade Católica de Goiás, Goiânia. 207p.
L) Fontes on-line
3. BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE/SUS. 2005. Indicadores e Dados Básicos - Brasil - 2005. Acesso em 13/04/2007. Disponível em http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2005/matriz.htm

12. Apêndices e/ou Anexos
Apêndices são elementos pós-textuais que incorporam dados relevantes ao manuscrito, mas que, devido ao seu tamanho, não é próprio de sua inserção no corpo do manuscrito. Exemplo: Listagem de espécimes examinados; resultados de análises físico-químicas, questionários completos, etc. Esses, quando existentes, aparecem após a identificação dos autores e podem ser únicos (ex: Apêndice) ou sequenciais numéricos (ex: Apêndice 1...Apêndice 3) quando necessário.

 

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.

  1. Declaramos que este texto enviado para avaliação é de nossa própria autoria e que não foi retirado de outros trabalhos. Dados pesquisados em fontes diversas são citados mediante nota bibliográfica ou explicativa, corretamente relacionados numa lista de títulos ao final do texto. Compreendemos que o plágio acadêmico é delito grave e que a Universidade tem meios legais para lidar com tal situação. Diante disso, estamos cientes de que nosso texto será submetido a um detector de plágio, após ser aceito pelo Editor da Revista.
  2. O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice, RTF ou WordPerfect.
  3. O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Diretrizes para Autores, na página Sobre a Revista.
 

Declaração de Direito Autoral

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