UM ESTUDO SOBRE A BANALIDADE DO MAL: PARA PENSAR A EDUCAÇÃO

Geovanna Arrais Lopes, José Maria Baldino

Resumo


O artigo tenciona analisar o conceito Banalidade do Mal a partir das obras A condição Humana, Origem do Totalitarismo e Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt. Mediante a necessidade de uma educação emancipadora, defende-se que cumpre à escola estimular a capacidade de questionamento e combater a banalização. Inicia-se o artigo pela apresentação dessa problemática e no tópico seguinte discute-se o conceito banalidade do mal a partir do pensamento de Hannah Arendt. O objetivo da discussão é contribuir com reflexões sobre a possibilidade de pensar formas de educar que não primem somente pela disciplina e observação das normas sociais. As perspectivas que apontem para discussão inspirada no pensamento de Arendt, que valoriza o uso da razão para emancipação crítica e a criatividade, oposta a utilização da razão para a destruição do outro como Ser Humano.

Palavras-chave


Arendt; Banalidade do Mal; Educação; Arendt; Banality of Evil; Education.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/educ.v21i1.7174

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