A Natureza Humana como Abertura tnica e de Gênero (Mc 7,24-30)

Joel Antônio Ferreira

Resumo


a perícope da sirofenícia, até bem pouco, foi interpretada como um
texto que contemplava a perspectiva universalista da salvação. Este artigo quer avançar um pouco mais. Além desta visão de abertura aos étnicos, Mc 7,24-30 sugere que na comunidade marcana a presença feminina foi um dos esteios da propagação libertadora do Evangelho. Procura perceber que, ao superar a opressora lei do puro e impuro, a comunidade descobre que é possível assentarem-se à  mesa, para se saciarem, os cristãos étnicos e as mulheres. Além de representar o universo estrangeiro, a mulher sirofenícia expressa a força das mulheres nas comunidades cristãs, em particular, no grupo de Marcos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/cam.v4i2.109

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CAMINHOS | Revista do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-778X | Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3

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